A Loira e o GNR

pénis
polícia

Um agente da GNR pára o carro de uma loura sensacional.
GNR- A senhora vai com pressa???
Loura – Ah, não se pode ir depressa??
GNR – Não. Posso ver a sua carta de condução?
Loura – Que carta??
GNR – Deve estar na sua carteira, explica o policia.
A Loura leva alguns minutos e finalmente encontra-a.
GNR- Os documentos do carro, por favor.
Loura – O carro tem documentos?
GNR – Normalmente estão no porta-luvas
Ela abre o porta luvas, encontra os documentos e entrega-os ao guarda.
GNR – Eu volto num minuto. O agente afasta-se um pouco e vai até ao carro e
liga para a central.
GNR – T’ou sargento? Uma loura aqui, burra como tudo, estava conduzir a mais
de 160 Km/h.
Sargento – Uma loura maravilhosa num BMW vermelho??
GNR – Essa mesmo.

Sargento – És um sortudo. Vai até lá, devolve os documentos dela e tira
o”coiso” para fora.

GNR – Como??????????

Sargento – Vai por mim, faz o que eu te digo e não te vais arrepender !!!!!

O agente volta ao carro, devolve os documentos abre a braguilha e tira o
“coiso” para fora.

A loura olha e exclama: – Oh não! Outra vez o teste do balão!

A Lenda do Fiat 147

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Certo dia, eu estava na estrada com o meu 147, e como era de se esperar, a jabiraca quebrou.

Então, encostei o “Podrão” no acostamento e fiquei esperando alguém passar. Apareceu um Porsche Boxter bi-turbo, a 170km/h.

Nisso, o cara do Porsche dá marcha ré e volta até o FIAT.

Ele se oferece para rebocar a droga do FIAT, e eu aceitei a ajuda, mas pedi para não correr muito senão a jabiraca desmontava (óbvio).

E combinei que piscaria o farol toda vez que o Porsche estivesse correndo demais.

Então o Porsche começou a rebocar a jabiraca e toda vez que passava de 60km/h, eu fazia sinal com o farol (no singular mesmo), porque para variar um deles estava em curto e não funcionava.

E o cara do Porsche ia puxando a “batedeira” a 60 km/h no máximo, morrendo de tédio …

Eis que aparece um Mitsubishi 3000 GT, que intima o Porsche, este não deixa barato e vai pro pau! 120, 130, 150, 190, 210, 240 m/h …

Eu já tava desesperado, piscando o farol que nem um louco, e os dois alinhados…

Os caras passam por um posto policial, mas nem vêem o radar, que registra impressionantes 240 km/h!!

O policial avisa pelo rádio o próximo posto:

-”Atenção, um Porsche vermelho e um Mitsubishi preto disputando racha a mais de 240km/h na estrada e, juro pela minha mãezinha…, um FIAT 147 atrás deles dando sinal de luz para ultrapassar!!!!!”

1978 - 2008 Vale a pena ler

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professor
professora

Diferenças: 1978 – 2008

Situação: O fim das férias.

Ano 1978: Depois de passar 15 dias com a família atrelada numa caravana puxada por um Fiat 600 pela costa de Portugal, terminam as férias. No dia seguinte vai-se trabalhar.

Ano 2008: Depois de voltar com a família de Cancún de uma viagem com tudo pago, terminam as férias. As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão, seborreia e caganeira.

Situação: Chega o dia de mudança de horário de Verão para Inverno.

Ano 1978: Não se passa nada.

Ano 2008: As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão e caganeira.

Situação: O Pedro está a pensar ir até ao monte depois das aulas, assim que entra no colégio mostra uma navalha ao João, com a qual espera poder fazer uma fisga.

Ano 1978: O director da escola vê, pergunta-lhe onde se vendem, mostra-lhe a sua, que é mais antiga, mas que também é boa.

Ano 2008: A escola é encerrada, chamam a Polícia Judiciária e levam o Pedro para um reformatório. A SIC e a TVI apresentam os telejornais desde a porta da escola.

Situação: O Carlos e o Quim trocam uns socos no fim das aulas.

Ano 1978: Os companheiros animam a luta, o Carlos ganha. Dão as mãos e acabam por ir juntos jogar matrecos.

Ano 2008: A escola é encerrada. A SIC proclama o mês anti-violência escolar, O Jornal de Notícias faz uma capa inteira dedicada ao tema, e a TVI insiste em colocar a Moura Guedes à porta da escola a apresentar o telejornal, mesmo debaixo de chuva.

Situação: O Jaime não pára quieto nas aulas, interrompe e incomoda os colegas.

Ano 1978: Mandam o Jaime ir falar com o Director, e este dá-lhe uma bronca de todo o tamanho. O Jaime volta à aula, senta-se em silêncio e não interrompe mais.

Ano 2008: Administram ao Jaime umas valentes doses de Ritalina. O Jaime parece um Zombie. A escola recebe um apoio financeiro por terem um aluno incapacitado.

Situação: O Luis parte o vidro dum carro do bairro dele. O pai caça um cinto e espeta-lhe umas chicotadas com este.

Ano 1978: O Luis tem mais cuidado da próxima vez. Cresce normalmente, vai à universidade e converte-se num homem de negócios bem sucedido.

Ano 2008: Prendem o pai do Luís por maus tratos a menores. Sem a figura paterna, o Luís junta-se a um gang de rua. Os psicólogos convencem a sua irmã que o pai abusava dela e metem-no na cadeia para sempre. A mãe do Luís começa a namorar com o psicólogo. O programa da Fátima Lopes mantém durante meses o caso em estudo, bem como o Você na TV do Manuel Luís Goucha.

Situação: O Zézinho cai enquanto praticava atletismo, arranha um joelho. A sua professora Maria encontra-o sentado na berma da pista a chorar. Maria abraça-o para o consolar.

Ano 1978: Passado pouco tempo, o Zézinho sente-se melhor e continua a correr.

Ano 2008: A Maria é acusada de perversão de menores e vai para o desemprego. Confronta-se com 3 anos de prisão. O Zézinho passa 5 anos de terapia em terapia. Os seus pais processam a escola por negligência e a Maria por trauma emocional, ganhando ambos os processos. Maria, no desemprego e cheia de dívidas suicida-se atirando-se de um prédio. Ao aterrar, cai em cima de um carro, mas antes ainda parte com o corpo uma varanda. O dono do carro e do apartamento processam os familiares da Maria por destruição de propriedade. Ganham. A SIC e a TVI produzem um filme baseado neste caso.

Situação: Um menino branco e um menino negro andam à batatada por um ter chamado ‘chocolate’ ao outro.

Ano 1978: Depois de uns socos esquivos, levantam-se e cada um para sua casa. Amanhã são colegas.

Ano 2008: A TVI envia os seus melhores correspondentes. A SIC prepara uma grande reportagem dessas com investigadores que passaram dias no colégio a averiguar factos. Emitem-se programas documentários sobre jovens problemáticos e ódio racial. A juventude Skinhead finge revolucionar-se a respeito disto. O governo oferece um apartamento à família do miúdo negro.

Situação: Fazias uma asneira na sala de aula.

Ano 1978: O professor espetava duas valentes lostras bem merecidas. Ao chegar a casa o teu pai dava-te mais duas porque ‘alguma deves ter feito’

Ano 2008: Fazes uma asneira. O professor pede-te desculpa. O teu pai pede-te desculpa e compra-te uma Playstation 3.

Só falta dizer que em 78, os cursos não se compravam na Independente…….. e ao Domingo!

QUERES QUE CHEIRE O QUÊ ???

cão
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- Vá Cãozinho, Cheira lá isto…
- Queres que faça o quê ???

( A expressão do cão… não tem preço ). eheheheh

O melhor amigo do homem também tem os seus limites

Marido honesto é assim!

marido
mulher
polícia

Uma mulher foi presa por roubar no supermercado.

Quando estava no tribunal, o juiz perguntou-lhe:

- O que é que a senhora roubou?

Ela respondeu:

- 1 lata pequena de pêssegos.

O juiz perguntou-lhe o motivo do roubo, e ela respondeu:

- Porque estava com fome.

O juiz então perguntou à senhora quantos pêssegos tinha a lata:

- Tinha 6 pêssegos.

O juiz então disse:

- Vou mandar prende-la por 6 dias, 1 dia por cada pêssego.

Mas antes que o juiz pudesse terminar a sentença, o marido dela perguntou se poderia ter uma palavra com o juiz sobre o acontecido.

O Juiz disse que sim, e perguntou o que queria ele dizer.

Então o marido disse:

- Ela também roubou uma lata de ervilhas!!!

Diferença entre um socialista e um GNR

polícia

Um homem, voando de balão, dá conta de que está perdido. Avista um GNR, aproxima-se dele e pergunta-lhe:

- Pode ajudar-me? Fiquei de me encontrar às duas da tarde com um amigo, já estou meia hora atrasado e não sei onde estou. – Claro que sim! – responde-lhe o guarda – O senhor está num balão, a 20 metros de altura, algures entre as latitudes de 40 e 43 graus norte e as longitudes 7 e 9 graus oeste.

- Você é da GNR, não é?

- Sou sim senhor! Como foi que adivinhou?

- Muito fácil: porque o que me disse está tecnicamente correcto mas é inútil na prática. Continuo perdido e vou chegar tarde ao encontro porque não sei o que fazer com a sua informação…

- Ah! Então você é socialista!

- Sou! Como descobriu?

- Muito fácil: porque você não sabe onde está nem para onde vai, assumiu um compromisso que não vai poder cumprir e está à espera de que alguém lhe resolva o problema. Com efeito, está exactamente na mesma situação em que estava antes de me encontrar só que agora, por uma estranha razão, a culpa é minha!…

Perdoar ou Não

polícia

“Pragmatismo filosófico” na acção policial!

Uma jornalista perguntou a um coronel do BOPE (polícia de elite do Rio de Janeiro) se seria capaz de perdoar os traficantes que destruíram um helicóptero da PM matando 3 polícias.

A resposta foi rápida:

“Eu creio que a tarefa de perdoá-los cabe sempre a Deus. A nossa tarefa é a de promover esse encontro.”

Família de Salazar

calabouço
polícia
salazar

Em pleno regime salazarista, um homem, perdido de bêbado, cantava em altas vozes à uma da manhã numa rua de Lisboa.

Um polícia aproximou-se dele.

- O senhor cale-se, para não acordar as pessoas!

- Vá cortar o cabelo!!!

- O quê??? Acompanhe-me à esquadra, se faz favor.

Já na esquadra, o chefe interroga-o:

- Então, o senhor está a perturbar o sono das pessoas e ainda diz ao meu subordinado para ir cortar o cabelo?

Perdido de bêbado, o homem responde:

- E você vá apanhar no cú!!!

- O QUÊ???

Passe para cá os seus documentos e vai passar a noite ali para o calabouço!

Na manhã seguinte, o chefe olhava preocupado para os documentos do homem:

- Ó Silva, chegue lá aqui. Olhe lá, o bêbado que nós prendemos ontem à noite chama-se José Manuel de Oliveira Salazar. Será familiar do nosso Presidente do Conselho? Vai-lhe lá perguntar, Silva.

O Silva foi e voltou pouco depois.

- Sim, meu chefe, ele diz que sim, que é sobrinho, e diz também que é afilhado do Dr. Oliveira Salazar.·

- Ai, meu Deus, e agora? O que é que nós vamos fazer?

- Olhe, chefe, eu vou cortar o cabelo… e o chefe… Pois… Terá de se desenrascar…