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Um policia da Judiciária vai a uma propriedade e diz ao dono, um velho
lavrador:
- Preciso de inspeccionar a sua quinta por suspeita de plantação ilegal de
droga!
O lavrador diz:
- Ok, mas não vá prá encosta ali à direita. E aponta para uma certa área.
O policia, autoritário, diz indignado:
- O senhor sabe que tenho o poder do governo comigo? E tira do bolso um
crachat mostrando-o ao lavrador. Este crachat dá-me autoridade de ir onde
quero … e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder
a nenhuma pergunta! Está
claro? Fiz-me entender?!”
O lavrador, educado pede desculpas e volta para o que o estava a fazer.
Poucos minutos depois, o lavrador ouve uma gritaria e vê o policia da
“judite” a correr para salvar a pele, perseguido pelo malhado, o maior
touro da propriedade!
A cada passo o touro vai chegando mais perto do policia, parece que vai
levar umas cornadas antes de conseguir alcançar um lugar seguro.
O policia está apavorado …
O lavrador larga as ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as
forças:
- O seu crachat, mostre-lhe o seu crachat!!
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  Numa cidadezinha do interior havia uma figueira carregada dentro do cemitério.
Dois amigos decidiram entrar lá à noite (quando não havia vigilância) e tirar todos os figos.
Eles saltaram o muro, subiram a árvore com as sacolas penduradas no ombro e começaram a distribuir o prémio:
- Um p’ra mim, um p’ra ti. – Um p’ra mim, um p’ra ti.
- Porra, deixaste esses dois caírem para o lado de fora do muro!
- Não faz mal, depois que terminarmos aqui vamos buscar os outros.
- Então está bem, mais um p’ra mim, um p’ra ti.
Um bêbado, que passava do lado de fora do cemitério, ouvindo aquela conversa do Um p’ra mim e Um p’ra ti, saiu a correr para a polícia.
Ao chegar lá, virou-se para o polícia e disse:
- Sr. guarda, venha comigo! Deus e o diabo estão no cemitério a dividir as almas dos mortos!!!
- Ah, deixe-se de parvoíces seu bêbado, vá dormir!
- Juro que é verdade!!! Venha comigo! Os dois foram até ao cemitério, e ao chegarem perto do muro começaram a ouvir…
- Um para mim, um para ti. O guarda assustado murmurou:
- É verdade! É o dia do Apocalipse! Eles estão mesmo a dividir as almas dos mortos ! O que será que vem depois?
- Um para mim, um para ti. Pronto, acabamos aqui. E agora?
- Agora vamos lá fora pegar os dois que estão do outro lado do muro…
Grita o guarda:
- CoooooRRRReeeee… Poooooorrrrrra !!!
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UM BÊBADO É DETIDO PELA POLÍCIA ÀS 3h DA MANHÃ.
O POLICIAL PERGUNTA:
- AONDE VAI A ESTA HORA?
O BÊBADO RESPONDE:
- VOU A UMA CONFERÊNCIA SOBRE O ABUSO DO ÁLCOOL E SEUS EFEITOS LETAIS
PARA O ORGANISMO, O MAU EXEMPLO, AS CONSEQUÊNCIAS NEFASTAS PARA A
FAMÍLIA, BEM COMO O PROBLEMA QUE CAUSA NA ECONOMIA FAMILIAR E A
IRRESPONSABILIDADE ABSOLUTA.
O POLICIAL OLHA SEM ACREDITAR E DIZ:
- SÉRIO? E QUEM VAI DAR ESSA CONFERÊNCIA A ESTA HORA DA MADRUGADA?
- E QUEM PODE SER?.. A MINHA MULHER… LOGO QUE EU CHEGAR EM CASA.
Um homem, com andar meio cambaleante, é parado pela polícia às quatro da manhã e é perguntado para onde está indo.
- Estou a caminho para ouvir uma palestra sobre os efeitos do álcool e das drogas no corpo humano.
O policia pergunta:
- Sério? E quem vai dar uma palestra nesta hora da madrugada?
Ele diz:
- Minha mulher…
COISAS DE POLÍCIA
Se o mandado de prisão demora a sair, a culpa é do polícia
Se o bandido foge, a culpa é do polícia.
Se o bandido é morto durante tiroteio, o polícia é culpado: ” coitado do
criminoso! ”
Se sobrevive, o polícia é inoperante, pois “deveria ter acabado com ele”.
Se o polícia age com rigor para manter a ordem, é violento.
Se não age com rigor, é muito “mole”, ineficiente.
Se o polícia estava presente na hora dos factos, é cúmplice
Se não estava, é omisso.
Se revista um suspeito, desrespeita o direito do cidadão.
Se não revista, “faz vista grossa”.
Se prende um pobre, é injusto.
Se prende um rico, é “porque quer dar nas vistas “.
Se prende um ladrão, tem que apresentar provas.
Se o criminoso acusa o polícia de tortura, extorsão e roubo ele é preso e
expulso mesmo sem provas.
Ser Policia em Portugal, com péssimos Salários, mais que sobreviver na
miséria, é um exercício de bravura, risco permanente sem o apoio moral e
institucional, sem reconhecimento, padecendo do abandono, da discriminação,
da injustiça, da indignidade, da negligência do Estado contaminado pela
acção nefasta da política. Se concordas com isso, exerce cidadania, faz a
tua parte, enviando a colegas, amigos, aos média, autoridades e ao publico
em geral.
 Um advogado conduzia distraído quando, num sinal de STOP, passa sem parar, em frente a uma viatura da GNR.
GNR: – Ora muito boa tarde. Documentos e carta de condução, fáchavor…
Advogado: – Mas por quê, Sr Guarda?
GNR: – Não parou no sinal de STOP, ali atrás.
Advogado: – Eu abrandei, e como não vinha ninguém…
GNR: – Exactamente… Documentos e carta de condução, fáchavor…
Advogado: – Você sabe qual é a diferença jurídica entre abrandar e parar?
GNR: – A diferença é que a lei diz que num sinal de STOP, deve-se parar completamente. Documentos e carta de condução, fáchavor…
Advogado: – Ó Sr Guarda. Eu sou advogado e sei das suas limitações na interpretação de texto de lei. Proponho-lhe o seguinte: Se você conseguir explicar-me a diferença legal entre abrandar e parar, eu mostro-lhe os documentos e você pode multar-me. Senão, vou-me embora sem multa.
GNR: – Afirmativo, concordo… Pode fazer o favor de sair da viatura, Sr. Advogado?
O advogado desce e então a patrulha da GNR saca dos cacetetes, e aquilo é porrada que até ferve, para cima do Advogado. Socos p’ra tudo quanto é lado, lambadas, biqueiradas nos dentes…
O advogado grita por socorro, e implora para pararem.
E o GNR pergunta:
- Quer que eu pare ou que abrande…!?
Advogado: – PARE!… PARE!… PARE!…
GNR: – Afirmativo, Documentos e carta de condução, fáchavor…
A meio de um assalto um ladrão grita para o outro:
- Vem aí a policia!
- E agora o que fazemos?
- Saltamos pela janela!
- Mas estamos no 13º andar!
- Este não é o momento para ser supersticioso!
Um agente da GNR pára o carro de uma loura sensacional.
GNR- A senhora vai com pressa???
Loura – Ah, não se pode ir depressa??
GNR – Não. Posso ver a sua carta de condução?
Loura – Que carta??
GNR – Deve estar na sua carteira, explica o policia.
A Loura leva alguns minutos e finalmente encontra-a.
GNR- Os documentos do carro, por favor.
Loura – O carro tem documentos?
GNR – Normalmente estão no porta-luvas
Ela abre o porta luvas, encontra os documentos e entrega-os ao guarda.
GNR – Eu volto num minuto. O agente afasta-se um pouco e vai até ao carro e
liga para a central.
GNR – T’ou sargento? Uma loura aqui, burra como tudo, estava conduzir a mais
de 160 Km/h.
Sargento – Uma loura maravilhosa num BMW vermelho??
GNR – Essa mesmo.
Sargento – És um sortudo. Vai até lá, devolve os documentos dela e tira
o”coiso” para fora.
GNR – Como??????????
Sargento – Vai por mim, faz o que eu te digo e não te vais arrepender !!!!!
O agente volta ao carro, devolve os documentos abre a braguilha e tira o
“coiso” para fora.
A loura olha e exclama: – Oh não! Outra vez o teste do balão!
Certo dia, eu estava na estrada com o meu 147, e como era de se esperar, a jabiraca quebrou.
Então, encostei o “Podrão” no acostamento e fiquei esperando alguém passar. Apareceu um Porsche Boxter bi-turbo, a 170km/h.
Nisso, o cara do Porsche dá marcha ré e volta até o FIAT.
Ele se oferece para rebocar a droga do FIAT, e eu aceitei a ajuda, mas pedi para não correr muito senão a jabiraca desmontava (óbvio).
E combinei que piscaria o farol toda vez que o Porsche estivesse correndo demais.
Então o Porsche começou a rebocar a jabiraca e toda vez que passava de 60km/h, eu fazia sinal com o farol (no singular mesmo), porque para variar um deles estava em curto e não funcionava.
E o cara do Porsche ia puxando a “batedeira” a 60 km/h no máximo, morrendo de tédio …
Eis que aparece um Mitsubishi 3000 GT, que intima o Porsche, este não deixa barato e vai pro pau! 120, 130, 150, 190, 210, 240 m/h …
Eu já tava desesperado, piscando o farol que nem um louco, e os dois alinhados…
Os caras passam por um posto policial, mas nem vêem o radar, que registra impressionantes 240 km/h!!
O policial avisa pelo rádio o próximo posto:
-”Atenção, um Porsche vermelho e um Mitsubishi preto disputando racha a mais de 240km/h na estrada e, juro pela minha mãezinha…, um FIAT 147 atrás deles dando sinal de luz para ultrapassar!!!!!”
Diferenças: 1978 – 2008
Situação: O fim das férias.
Ano 1978: Depois de passar 15 dias com a família atrelada numa caravana puxada por um Fiat 600 pela costa de Portugal, terminam as férias. No dia seguinte vai-se trabalhar.
Ano 2008: Depois de voltar com a família de Cancún de uma viagem com tudo pago, terminam as férias. As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão, seborreia e caganeira.
Situação: Chega o dia de mudança de horário de Verão para Inverno.
Ano 1978: Não se passa nada.
Ano 2008: As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão e caganeira.
Situação: O Pedro está a pensar ir até ao monte depois das aulas, assim que entra no colégio mostra uma navalha ao João, com a qual espera poder fazer uma fisga.
Ano 1978: O director da escola vê, pergunta-lhe onde se vendem, mostra-lhe a sua, que é mais antiga, mas que também é boa.
Ano 2008: A escola é encerrada, chamam a Polícia Judiciária e levam o Pedro para um reformatório. A SIC e a TVI apresentam os telejornais desde a porta da escola.
Situação: O Carlos e o Quim trocam uns socos no fim das aulas.
Ano 1978: Os companheiros animam a luta, o Carlos ganha. Dão as mãos e acabam por ir juntos jogar matrecos.
Ano 2008: A escola é encerrada. A SIC proclama o mês anti-violência escolar, O Jornal de Notícias faz uma capa inteira dedicada ao tema, e a TVI insiste em colocar a Moura Guedes à porta da escola a apresentar o telejornal, mesmo debaixo de chuva.
Situação: O Jaime não pára quieto nas aulas, interrompe e incomoda os colegas.
Ano 1978: Mandam o Jaime ir falar com o Director, e este dá-lhe uma bronca de todo o tamanho. O Jaime volta à aula, senta-se em silêncio e não interrompe mais.
Ano 2008: Administram ao Jaime umas valentes doses de Ritalina. O Jaime parece um Zombie. A escola recebe um apoio financeiro por terem um aluno incapacitado.
Situação: O Luis parte o vidro dum carro do bairro dele. O pai caça um cinto e espeta-lhe umas chicotadas com este.
Ano 1978: O Luis tem mais cuidado da próxima vez. Cresce normalmente, vai à universidade e converte-se num homem de negócios bem sucedido.
Ano 2008: Prendem o pai do Luís por maus tratos a menores. Sem a figura paterna, o Luís junta-se a um gang de rua. Os psicólogos convencem a sua irmã que o pai abusava dela e metem-no na cadeia para sempre. A mãe do Luís começa a namorar com o psicólogo. O programa da Fátima Lopes mantém durante meses o caso em estudo, bem como o Você na TV do Manuel Luís Goucha.
Situação: O Zézinho cai enquanto praticava atletismo, arranha um joelho. A sua professora Maria encontra-o sentado na berma da pista a chorar. Maria abraça-o para o consolar.
Ano 1978: Passado pouco tempo, o Zézinho sente-se melhor e continua a correr.
Ano 2008: A Maria é acusada de perversão de menores e vai para o desemprego. Confronta-se com 3 anos de prisão. O Zézinho passa 5 anos de terapia em terapia. Os seus pais processam a escola por negligência e a Maria por trauma emocional, ganhando ambos os processos. Maria, no desemprego e cheia de dívidas suicida-se atirando-se de um prédio. Ao aterrar, cai em cima de um carro, mas antes ainda parte com o corpo uma varanda. O dono do carro e do apartamento processam os familiares da Maria por destruição de propriedade. Ganham. A SIC e a TVI produzem um filme baseado neste caso.
Situação: Um menino branco e um menino negro andam à batatada por um ter chamado ‘chocolate’ ao outro.
Ano 1978: Depois de uns socos esquivos, levantam-se e cada um para sua casa. Amanhã são colegas.
Ano 2008: A TVI envia os seus melhores correspondentes. A SIC prepara uma grande reportagem dessas com investigadores que passaram dias no colégio a averiguar factos. Emitem-se programas documentários sobre jovens problemáticos e ódio racial. A juventude Skinhead finge revolucionar-se a respeito disto. O governo oferece um apartamento à família do miúdo negro.
Situação: Fazias uma asneira na sala de aula.
Ano 1978: O professor espetava duas valentes lostras bem merecidas. Ao chegar a casa o teu pai dava-te mais duas porque ‘alguma deves ter feito’
Ano 2008: Fazes uma asneira. O professor pede-te desculpa. O teu pai pede-te desculpa e compra-te uma Playstation 3.
Só falta dizer que em 78, os cursos não se compravam na Independente…….. e ao Domingo!
- Vá Cãozinho, Cheira lá isto
- Queres que faça o quê ???
( A expressão do cão… não tem preço ). eheheheh
O melhor amigo do homem também tem os seus limites
Uma mulher foi presa por roubar no supermercado.
Quando estava no tribunal, o juiz perguntou-lhe:
- O que é que a senhora roubou?
Ela respondeu:
- 1 lata pequena de pêssegos.
O juiz perguntou-lhe o motivo do roubo, e ela respondeu:
- Porque estava com fome.
O juiz então perguntou à senhora quantos pêssegos tinha a lata:
- Tinha 6 pêssegos.
O juiz então disse:
- Vou mandar prende-la por 6 dias, 1 dia por cada pêssego.
Mas antes que o juiz pudesse terminar a sentença, o marido dela perguntou se poderia ter uma palavra com o juiz sobre o acontecido.
O Juiz disse que sim, e perguntou o que queria ele dizer.
Então o marido disse:
- Ela também roubou uma lata de ervilhas!!!
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