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A Professora pergunta:
- Joãozinho,
o que você quer ser quando crescer?
- Quero ser bilionário,
ir a boate mais cara,
pegar a melhor puta,
dar a ela
uma Ferrari de mais de milhão +
um Apartamento em Copacabana +
uma Mansão em Paris +
um Jato para viagens pela Europa +
um cartão Visa Infinite,
e ama-la 3 vezes ao dia.
E você, Mariazinha?
- Professora,
não tenho a menor dúvida,
quero ser a puta do Joãozinho…
Um bombeiro à civil ia passeando, quando repara que do outro lado da rua,
está um menino vestido de bombeiro, sentado em cima de um carrinho de
bombeiros, puxado por um Cão e um Gato.
Só que enquanto o Cão tem a coleira ao pescoço, o Gato tem a coleira à volta
dos testículos.
Intrigado com tal situação, aproximou-se da criança e começou a falar :
- Olá. Como te chamas?
- João.
- Olá João. Pelos vistos queres ser bombeiro?
- Pois quero.
- Sabes eu também sou bombeiro, só que não estou fardado. Foste tu que
fizeste a roupa e o carrinho?
- Fui.
- Está muito bem feito. E como não tens motor, puseste o Cão e o Gato a
puxar-te. Muito engenhoso sim senhor. Mas olha, se apertares a coleira do
Gato no mesmo sitio onde apertaste a do Cão, vais muito mais depressa.
- Pois é, mas assim não tinha sirene.
Na escola:
-Crianças, amanhã quero que me tragam exemplos de construções que estejam a ser feitas próximo das vossas casas e quais as vantagens destas novas construções para nós.
- Sim professora.
No final da aula, a professora pede a todas as meninas que fiquem na sala porque quer dizer algo:
- Olhem, meninas, como o Joãozinho é muito malcriado é provável que amanhã ele diga alguma das suas asneiras. Por isso, vou pedir que, para evitarmos problemas, quando ele disser algo que nos pareça asneira, todas vocês se levantem imediatamente e saiam da sala.
Todas concordaram com o plano.
No dia seguinte, pergunta a professora:
- Fizeram a redacção que eu pedi?
Primeiro a, Anita .
- Perto da minha casa estão a construir um supermercado. Assim, a minha mãe não necessita andar muito para ir às compras.
- Muito bem Anita !!! Sim, Raulzito:
- Perto da minha casa estão a construir uma fábrica de móveis. Assim, como o meu pai é marceneiro ele pode trabalhar mais perto de casa.
- Excelente, obrigado Raulzito.
Nisto o Joãozinho levanta a mão. Diz a professora:
- Ai meu Deus !!! Fala, Joãozinho. O que estão a construir perto da tua casa?
- Perto da minha casa estão a construir um bordel.
Imediatamente todas as colegas do Joãozinho levantaram-se para sair da sala e ele diz:
- Calma, suas putas … Ainda não abriu !!!
Uma dona de casa recebe um amante todos os dias em casa, enquanto marido
trabalha.
Durante esse tempo ela mete o filho de 9 anos trancado no armário do quarto.
Certo dia o marido chega a casa e o amante ainda lá está.
Então ela tranca o amante no armário onde estava o filho.
Ficaram lá um bocado, até que o miúdo diz:
* Tá escuro aqui…
* Tá…
* Eu tenho uma bola de ténis para vender…
* Que giro!
* Queres comprar?
* Não!
* Pronto… Se preferes que eu diga ao meu pai…
* Quanto é que queres pela bola?
* 25 euros.
* Toma.
Uma semana depois, o marido torna a chegar cedo.
O amante está em casa.
O miúdo está no armário. O amante vai para o armário.
Eles lá ficam em silêncio até que o miúdo diz:
* Tá escuro aqui…
* É, está.
* Eu tenho aqui uma raquete de ténis para vender por 150 euros.
* Que bom.
* Queres comprar?
* 150 euros??? É muito cara!!
* Se preferes que eu diga ao meu pai… É contigo..
* Nao, não… Eu compro.
* Aqui está.
Outra semana depois, o marido torna a chegar cedo.
O amante está em casa.
O miúdo está no armário.
O amante vai para o armário.
Eles lá ficam em silêncio até que o miúdo diz:
* Tá escuro aqui…
* É, está.
* Eu tenho aqui umas sapatilhas da Nike para vender por 500 euros.
* Que bom para ti.
* Queres comprar?
* 500 euros??? Tás doido?!!
* Se preferes que eu diga ao meu pai… É contigo..
* Não não, eu compro, eu compro.
No fim-de-semana, o pai chama o filho:
* Pega na bola e na raquete e vamos jogar.
* Não posso. Vendi tudo.
* Vendeste? Por quanto?
* 675 euros.
* Não podes enganar os teus amigos assim. Vou levar-te agora ao padre para te confessares.
Chegando à igreja, o miúdo entra pela portinha, ajoelha-se e fecha a portinha.
Abre-se uma janelinha e aparece o padre.
–* Meu filho, não temas a Deus, diz e Ele perdoar-te-á. Qual é o teu pecado?
– * Tá escuro aqui, não tá?
– * Não vais começar com essa merd@ outra vez, pois não???
O Joãozinho entra no quarto e “apanha” o pai todo nu a colocar um preservativo.
O pai, muito embaraçado, tenta esconder a sua erecção e baixa-se para olhar debaixo da cama.
Joãozinho admirado, pergunta :
- Que estás a fazer, pai?
Este responde-lhe:
- Eu… eu acho …acho, que vi um rato debaixo da cama!
Joãozinho responde de imediato :
- E estás a pensar enrabá-lo ?!……….
Pergunta a Professora:
- Joãozinho, sabe a quem é que se deve o pinhal de Leiria?
- Foda-se ó s’tora, então essa merda também não está paga?!
No confessionário, chega o pequenito (mas nosso velho conhecido) Joãozinho que confessa:
- Senhor Padre, eu pequei. Fui seduzido por uma mulher casada que se diz séria.
- És tu, Joãozinho?
- Sou, Sr. Padre, sou eu.
- E com quem estiveste tu?
- Padre, eu já disse o meu pecado… Ela que confesse o dela.
- Olha, mais cedo ou mais tarde eu vou saber, assim é melhor que me digas agora…!
Foi a Isabel da farmácia?
- Os meus lábios estão selados – disse Joãozinho.
- Então, foi a Maria do quiosque?
- Por mim, jamais o saberá…
- Ah! Ou não terá sido a Maria José florista?
- Não direi nunca!!!
- Já sei, só pode ter sido a Manuela da tabacaria!
- Senhor Padre, não insista!!!
- Vamos lá acabar com isto! Foi a Catarina da pastelaria, não foi?
- Senhor Padre, isto não faz sentido.
O Padre rói as unhas desesperado e diz-lhe então:
- És um cabeça dura, Joãozinho, mas no fundo do coração admiro a tua reserva.
Vai então rezar vinte Pais-Nossos e dez Avé-Marias…. Vai com Deus, meu filho…
Joãozinho sai do confessionário e vai para os bancos da igreja.
O seu amigo Manecas desliza para junto dele e sussurra-lhe:
- E então? Conseguiste a Lista?
- Consegui. Já aqui temos o nome das mulheres casadas que “facilitam”!!
Diz a professora para os alunos:
- Amanhã, tragam todos um animalzinho de estimação.
No outro dia, diz a professora para a menina Raquel:
- Então menina Raquel, diga-me lá o que é que trouxe…
- Eu trouxe uma cadelinha, senhora professora.
- E como é que sabe que é uma cadelinha e não um cãozinho?
- Porque é uma menina tal como eu.
- E o Pedrinho o que trouxe?
- Eu trouxe uma pombinha, senhora professora.
- E como é que sabe que é uma pombinha e não um pombo?
- Porque ela pôe ovos.
- Muito bem! E o menino Joãozinho, vá, diga-me lá o que é que trouxe?
- Eu trouxe um sardinho, senhora professora.
- E como é que sabe que é um sardinho e não uma sardinha?
- Porque na lata dizia “sardinhas com tomates”.!!!
Joãozinho tinha 9 anos e foi passar uns dias em casa da avó.
Ele brincava na rua com alguns coleguinhas e foi a casa tirar uma dúvida com a avó:
- Vovó, como se chama aquilo quando duas pessoas dormem no mesmo quarto e ficam uma em cima da outra?
A avó assustou-se com a pergunta, pensou e achou que seria melhor dizer a verdade:
- Bem, Joãozinho, isso chama-se uma relação sexual…
Joãozinho ficou satisfeito com a resposta e voltou para a rua brincar.
Passados alguns instantes entra em casa novamente, todo esbaforido, e diz:
- Vovó, aquilo que eu lhe perguntei, chama-se BELICHE…e a mãe do Zezinho agora quer falar consigo!
A família estava à mesa a almoçar.
Os garotos resolveram gozar com o avô e meteram-lhe um viagra no café.
Passados uns minutos, o avô levanta-se e anuncia que precisa de ir ao WC.
Quando regressa passados uns minutos, tem as calças ensopadas…
-Que é que aconteceu, avô?
-Sinceramente não faço ideia… Precisei de fazer xixi, tirei a pila para
fora, vi que não era a minha e voltei a pô-la para dentro…
Numa dessas escolas pluri-étnicas, a professora mandou os alunos escreverem uma redacção que terminasse com a frase ‘Mãe… só há uma’.
No dia seguinte ela chama os alunos um a um para lerem as suas redacções.
O primeiro, Martim, filho de boas famílias lê o seu texto :
‘No outro dia eu estava doente, espirrando, tossindo, febril, não conseguia comer nada, não podia brincar, nem vir à escola. Aí, de noite, a minha mãe esfregou Vick Vaporub no meu peito, deu-me um leite bem quentinho com um comprimido, tapou-me com o meu edredon, eu dormi e no dia seguinte acordei bom.’ ‘Mãe… só há uma.’
A classe toda aplaudiu, a professora elogiou, e deu-lhe um muito bom.
O segundo, Guilherme, típico representante da classe média, foi o aluno seguinte:
‘No dia em que tivemos o último teste eu não sabia nada, não conseguia decorar nada, e comecei a chorar, a pensar que ia ter negativa. Aí a mãe sentou-se ao meu lado com o livro, explicou-me a matéria fez-me perguntas e já consegui dormir descansado. Quando acordei senti que sabia tudo! Vim à escola, fiz a prova e tirei Muito Bom.’ ‘Mãe…… só há uma’.
A classe, emocionada, aplaudiu o Gui. A professora deu-lhe também um Muito Bom.
Chegou a vez do aluno representante das minorias étnicas, Makongo Ngombo:
‘Ontem quando chiguei nos meus barraco, minha mãe estava nos cama com um homem qui nem conheço, diferrente do da semana passada. Quando me ouviu, gritou para mim lá dos quarto: ‘Makongo, seu preto filho di Pu________ vai lá nos geladeira e traz duas cerveja.’ Aí eu abri a geladeira, olhei lá dentro e gritei pra ela: ‘Mãe…… só há uma!’
O Joãozinho entra no quarto e apanha o seu pai a colocar uma camisinha. O pai, muito embaraçado, tenta esconder a sua erecção e a camisinha, baixando-se para olhar debaixo da cama.
Joãozinho diz:
- O que estás a fazer, pai?
O pai responde:
- Acho que vi um rato debaixo da cama.
Joãozinho:
- E vais enrabá-lo ???
Uma professora dava uma aula aos seus alunos sobre as diferenças entre os ricos e os pobres.
A Júlia levanta o dedo: – O meu pai tem tudo: televisão, telescópio, DVD…
- Tudo bem, diz a professora, mas será que tem um barco?
A Júlia reflecte e diz: – Bem, não…
- Estás a ver, é como eu disse, não podemos ter tudo.
- Professora, disse o Artur. O meu pai tem tudo: ele tem TV, telescópio, DVD, barco…
- Sim, responde a professora, mas será que ele tem um avião particular?
Depois de reflectir, Artur responde: – Bem, não…
- Estão a ver que não se pode ter tudo na vida. Disse a professora.
O Joãozinho levanta o dedo e diz: – O meu pai agora é que tem tudo, pois no sábado passado, quando a minha irmã lhe apresentou o seu namorado BENFIQUISTA o meu pai disse:
PUTA QUE PARIU!!!!! ERA SÓ O QUE ME FALTAVA!!!
Um professor de Matemática quis pregar uma partida aos seus alunos e disse-lhes:
- Meninos, aqui vai um problema: Um avião saiu de Amesterdão com uma velocidade de 800 km/h, à pressão de 1.004,5 milibares; a humidade relativa era de 66% e a temperatura 20,4 graus C. A tripulação era composta por 5 pessoas, a capacidade era de 45 assentos para passageiros, a casa de banho estava ocupada e havia 5 hospedeiras (mas uma estava de folga).
A pergunta é… Quantos anos tenho eu?
Os alunos ficam assombrados. O silêncio é total.
Então o Joãozinho, lá no fundo da sala e sem levantar a mão, diz de pronto:
- 44 anos, professor!
O professor, muito surpreso, o olha e diz: – Caramba, é certo. Eu tenho 44 anos. Mas como tu adivinhaste?
E o Joãozinho: – Bem, eu deduzi porque eu tenho um primo que é meio parvo, e ele tem 22 anos…
A professora mandou os alunos fazerem uma composição sobre o tema sexo e assuntos relacionados com esse tema. No dia seguinte, cada aluno leu a sua composição:
A da Joana era acerca de métodos contraceptivos, a do Zé ‘falava’ da masturbação, a Joaquina escreveu sobre rituais sexuais antigos, etc…
Chegou a vez do Luizinho: – Então Luizinho, fizeste a composição que eu mandei?
- Sim Sra. professora.
- Vá, lê lá então!
E o Luizinho começou a ler alto:
- ‘Era uma vez no velho Oeste, há muitos, muitos anos. No relógio da igreja batiam as 19h. Nuvens de poeira arrastavam-se pela cidade semi-deserta. O Sol ofuscava o horizonte, e tingia as nuvens de tons de sangue. De súbito, no horizonte, recortou-se a silhueta de um cavaleiro… Lentamente, foi-se aproximando da cidade… Ao chegar à entrada, desmontou. O silencio pesado foi perturbado pelo tilintar das esporas. O cavaleiro chamava-se Johny! Vestia todo de preto, à excepção do lenço vermelho que trazia ao pescoço e da fivela de prata que ‘prendia’ os dois revolveres à cintura.
O cavalo, companheiro de muitas andanças, dirigiu-se hesitante por uma poça de água…
PUM! PUM! PUM!
O cheiro a pólvora provinha do revólver que já tinha voltado para o colder de Johnny. Johnny não gostava de cavalos desobedientes!
Johny dirigiu-se para o bar. Quando estava a subir os três degraus, um mendigo que até ali dormia, tocou na perna de Johnny e pediu uma esmola… PUM! PUM! PUM!
Johnny não gostava que lhe tocassem! Entrou no bar. Foi até ao balcão, e pediu uma cerveja. O barman serviu-lhe a cerveja. Johnny provou… PUM! PUM! PUM!
Johnny não gostava de cervejas mornas! As outras pessoas olharam todas surpreendidas… PUM! PUM! PUM!
Johnny não gostava de ser o centro das atenções! Saiu do bar. Deslocou-se até ao outro lado da cidade para comprar um cavalo. Passaram por ele um grupo de crianças a brincar e a correr… PUM! PUM! PUM!
Johnny não gostava de poeira e além disso as crianças faziam muito barulho! Comprou o cavalo, e quando pagou, o Sr. enganou-se no troco… PUM! PUM! PUM! Johnny não gostava que se enganassem no troco! Saiu da cidade.
Mais uma vez a sua silhueta recortou-se no horizonte, desta vez com o Sol já quase recolhido.
O silêncio era pesado.
FIM
O Luizinho calou-se.
A turma estava petrificada!
A professora chocada pergunta:
- Mas…mas…Luizinho…o que esta composição tem a ver com sexo?
Luizinho com as mãos nos bolsos, responde:
- O Johnny era fodido…
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