Um casal de alentejanos no ballet

alentejano

A Maria e o Manuel vão ao teatro Municipal assistir ao “Lago dos Cisnes”.
A Maria muito cansada, após um longo dia de trabalho, dorme
profundamente durante a maior parte do espectáculo.
Acorda, e envergonhada pergunta ao marido:
– Maneli, adormeci… Será que alguêem da platêa notô?
Responde o Manuel:
– Da platêa nã sêe, mas todas as artistas sim, pois há horas que
caminham na pontinha dos pêis p’ra nã te acordari!

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Que bebedeira!…

bêbado
padre

Começou a música e um bêbado levantou-se cambaleando e dirigiu-se a uma
senhora de preto e pediu:

– Hic… Madama, me dá o prazer desta dança?

E ouviu a seguinte resposta:

– Não, por quatro motivos:

Primeiro, o senhor está bêbado!

Segundo, isto é um velório!

Terceiro, não se dança o Pai Nosso!

E quarto porque ‘Madama’ é a puta que o pariu! Eu sou o padre!

Baile na Rua Augusta esta 6ª feira

Venha ao MUDE bailar!
Na próxima 6ª feira, 27 de Agosto, às 22horas, o MUDE – Museu do Design e da Moda vai receber a 3ª edição do Baile Urbano OMIRI, convidando todos a virem bailar connosco!

PROJECTO OMIRI

Omiri é um projecto de Vasco Ribeiro Casais (Dazkarieh) e Tiago Pereira (vídeo-jocking), uma proposta arrojada onde o ‘baile’ tem um cenário: a tela de projecção onde dançam Wim Wandekeybus, William Forsythe, ou o Sr. António a bailar o Galandum.
A mistura de instrumentos estranhos e programações de Vasco Ribeiro Casais com a visão irreverente de Tiago Pereira misturam música “trad” e vídeo em tempo real, sintetizadores e matanças do porco, chouriças e Nyckelarpas com distorção, pessoas das aldeias que dançam e cantam ladaínhas actuais porque são e sempre foram de hoje. Tocar, dançar – e criar – é o que parece dizer este projecto, que atira convenções bafientas às urtigas.