Quer melhorar a relação com o seu chefe? Siga estas nove atitudes

Quer melhorar a relação com o seu chefe? Siga estas nove atitudes

Que tipo de relação mantém com o seu chefe?

Considera-o um exemplo a seguir ou não o aguenta mais?

Se pertence ao grupo de pessoas que sai frequentemente do trabalho com dores de cabeça e com vontade de largar tudo por causa do chefe, é chegada a hora de fazer alguma coisa. Ainda por cima, uma pesquisa feita pela Universidade de Estocolmo, com 20 mil homens, entre 20 e 60 anos, em cinco países europeus (Finlândia, Alemanha, Polónia, Itália e Suécia), concluiu que o mau chefe não dá apenas dor de cabeça aos subordinados, ele pode também prejudicar bastante a saúde dos mesmos.

Segundo o estudo, “o risco de sofrer um ataque cardíaco é 25% maior entre os funcionários que têm um chefe rigoroso demais e sem razão, injusto e, principalmente, desmotivador”. Portanto, se tem de lidar com chefes do tipo mesquinhos, egoístas, manipuladores, arrogantes, agressivos ou algo semelhante, e não está a conseguir, o melhor que tem fazer é mudar a sua atitude para com ele.

Repare: não pode mudar o seu chefe mas pode mudar-se a si mesmo. Seguindo princípios da filosofia Zen , Stanley Bing apresenta, no livro de sua autoria “Lançar o Elefante – Zen e a arte de ter o chefe na mão”, um percurso de nove atitudes que podem acabar com o sofrimento e assegurar a paz interior:

1ª Não se preocupar As preocupações desgastam-nos e impedem-nos de nos ocuparmos daquilo que é realmente importante em cada momento, ou seja, o trabalho a executar “aqui e agora”.

2ª Não ter esperança Certos acontecimentos parecem provocar mudanças nas pessoas mas cedo ou tarde acabamos por ver que não mudaram. Se não criarmos demasiadas expectativas em relação aos outros, fica mais fácil de lidar com eventuais desilusões.

3ª Não falar. Deixar o chefe falar e mantermos uma atitude de escuta e de silêncio pode ser mais poderoso do que falar muito. O nosso silêncio pode dizer mais do que mil palavras. E quando falamos, devemos dizer algo que valha a pena, evitando entrar no registo daquele que não foi capaz de falar convenientemente.

4ª Não reagir. Manter autocontrolo perante os excessos do chefe, criando um certo distanciamento. Ele pode resmungar, gritar, insultar, mas se não nos deixarmos influenciar por isso vamos desarmá-lo.

5ª Não julgar É verdade que as outras pessoas falham e fazem coisas que não devem, mas quem somos nós para as condenar? Deixemos que elas façam o seu próprio julgamento…

6ª Não ouvir É importante escutar ativamente os outras pessoas mas devemos procurar não ouvir aquilo que não interessa, não é importante ou nos pode prejudicar de alguma forma. Sejamos seletivos.

7ª Não pensar Há que aprender a refletir sem pensar, esvaziando a mente de tudo aquilo que nos possa condicionar. Como será uma decisão tomada depois de nos “buzinarem aos ouvidos”? Que tipo de pensamentos vamos ter? Refletir (ou meditar) é o melhor remédio.

8ª Não sentir Quando permitimos, o chefe faz-nos ter sentimentos menos bons, que nos tolhem, como por exemplo o medo. Temos, pois, de nos libertar desses sentimentos. O ideal é alimentar a relação com um sentimento superior: o amor incondicional.

9ª Não desistir Desistir do trabalho? Por causa do chefe? Não, até porque podemos encontrar outro do mesmo género ao virar da esquina, a menos que estejamos preparados para nos tornarmos chefes exemplares. Há que perceber que estamos ali para trabalhar, esse é a nosso dever. Por isso, há que seguir em frente!

Experimente e verifique o resultado. Poderá ter muito a ganhar. Livro recomendado:”Lançar o Elefante” de Stanley Bing Sinopse: O treino adequado para quem quer ter o chefe na mão. No mundo dos negócios só há uma verdade indesmentível: não se pode escolher o chefe. Por isso, se não quer correr o risco de ser esmagado pela pata do elefante (o seu chefe), ou está cansado de viver à sombra dele, só tem uma solução: ler este livro e mudar de vida. Tudo o que você precisa é de treino adequado, e de alguém que o ensine a alcançar o verdadeiro poder. Em “Lançar o Elefante”, Stanley Bing recorre à filosofia zen para nos ensinar a sobreviver na ‘selva’. Cada capítulo dá pistas para conhecer, entender e, finalmente, domar os elefantes que se acham os donos do mundo.

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