Cão velho

cão


Uma velha senhora foi para um safari em África e levou o seu velho rafeiro
com ela.

Um dia, caçando borboletas, o velho cão, de repente, deu-se conta que estava
perdido.

Vagueando a esmo, procurando o caminho de volta, o velho cão percebeu que um
jovem leopardo o vira e caminhava em sua direcção, com a firme intenção de
conseguir um bom e farto almoço.

O velho cão pensou depressa (pois os velhos pensam depressa):

– Oh, oh! Estou mesmo enrascado!

Olhou à volta e viu ossos espalhados no chão muito próximo de si. Em vez de
se apavorar mais ainda, o velho cão, ajeitou-se junto do osso mais próximo e
começou a roê-lo, virando as costas ao predador, fingindo que não o tinha
visto …

Quando o leopardo estava a ponto de dar o salto a fim de o abocanhar, o
velho cão exclamou bem alto:

– Este leopardo estava delicioso! Será que há outros por aí?

Ouvindo isso, o jovem leopardo, com um terrível arrepio na espinha,
suspendeu o seu ataque já quase começado, esgueirou-se na direcção das
árvores e pensou:

– Caramba! Essa foi por pouco! O velho rafeiro quase me apanhava!…

Um macaco, numa árvore ali perto, viu a cena toda e logo imaginou como fazer
bom uso do que vira. Em troca de protecção para si, informaria o predador
que o cão não havia comido leopardo algum…

E assim foi, rápido, em direcção ao leopardo. Mas o velho cão viu-o a correr
na direcção do predador em grande velocidade e pensou:

– Aí há marosca…

O macaco logo alcançou o felino, cochichou-lhe o acontecido e fez um acordo
com o leopardo.

O jovem leopardo ficou furioso por ter sido enganado e disse:

– Ó macaco, sobe para as minhas costas para veres o que vai acontecer àquele
cão abusador…

Agora, o velho cão via um leopardo furioso, vindo em sua direcção, com um
macaco nas costas e pensou rápido novamente:

– E agora, o que é que eu faço?

Mas em vez de correr (pois sabia que as suas pernas cansadas não o levariam
longe…) sentou-se, mais uma vez de costas para os agressores, fazendo de
conta que não os via… Quando estavam suficientemente perto para ouvi-lo, o
velho cão disse:

– Mas onde é que anda o sacana daquele macaco? Estou a morrer de fome!…
Disse que me traria outro leopardo e até agora nada!…

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A sogra explica!

corno

Dona Maria chega à casa da nora e encontra o filho saindo com as malas,
furioso..
– O que aconteceu, ó, Joaquim?
– O que aconteceu? Pois aconteceu o seguinte, minha mãe!
Fui viajar e mandei um telegrama para a Elsa avisando que voltaria hoje.
Chego em casa e o que eu encontro? Ela com um sujeito! Os dois nus na cama!
Nem mandando um telegrama ela me respeita mais! É o fim, estou a ir-me
embora para sempre!
– Calma! Calma!! – pede a Dona Maria – Deve haver algo errado nessa
história, a Elsa jamais faria uma asneira dessas! Espera um pouco que vou
verificar o que se passou…
Momentos depois, Dona Maria volta sorridente:
– Não disse que havia um equívoco, meu filho? A Elsa não recebeu o teu
telegrama!

As últimas palavras de Cristo aos alentejanos

SÓCRATES ORA A JESUS

Sócrates vai a uma igreja e se ajoelha na frente de Jesus crucificado,
rezando:

*Sócrates:* Jesus, estou totalmente arrependido e gostaria de redimir meus
pecados.

*Jesus:* Esta bem. Que tens feito?

*Sócrates*: Depois de estes meus anos de governo estou deixando o povo
arruinado e na miséria…

*Jesus:* Dê graças ao Pai!

*Sócrates:* Traí o povo que me deu os seus votos!

*Jesus:* Dê graças ao Pai!

*Sócrates:* Economizei verbas da Saúde, da Educação, da Segurança, etc.
etc., as quais foram encher os bolsos de alguns.

*Jesus:* Dê graças ao Pai!

*Sócrates:* Comprei carros topo de gama para a Assembleia, para os
magistrados e tantos outros.

*Jesus:* Dê graças ao Pai!

*Sócrates:* Protegi as roubalheiras do Vara, do Godinho, do Rendeiro, do
Jardim, do Oliveira Costa e tantos outros.

*Jesus: *Dê graças ao Pai!

*Sócrates:* Permiti que alarves como o Mexia, Pedro Soares, Zeinal, Coelho,
e mais uma mão cheia deles fossem agraciados com chorudos prémios com verbas
tiradas do bolso do contribuinte.

*Jesus:* Dê graças ao Pai!

*Sócrates:* Pus à cabeça dos Ministérios autênticos alarves que só fizeram
burricadas na Educação, na Saúde, na Segurança, etc..

*Jesus:* Dê graças ao Pai!

*Sócrates:* Mancomunei-me com Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, com
o Procurador Geral da República e outros tantos biltres da sua igualha, para
que dessem cobertura às minhas manigâncias.

*Jesus: *Dê graças ao Pai!

*Sócrates:* Meti-me naquela alhada dos exames feitos ao Domingo, nas casas
lá na Parvónia, no Freeport, na Maddie, nas sucatas, no TGV, na nova ponte,
e em outras tantas que não vale a pena enumerar…

*Jesus:* Dê graças ao Pai!

*Sócrates:* Dei apoio ao Hugo Chavez, o maior bandido da América Latina.

*Jesus:* Dê graças ao Pai!

*Sócrates:* Mas, Jesus, estou realmente arrependido e a única coisa que Vós
tendes para me dizer é: *“Dê graças ao Pai”*?

*Jesus:* *Sim, agradece ao Pai por eu estar aqui pregado na cruz, porque
senão desceria dela para te encher de porrada, seu ignorante, analfabeto,
deslumbrado, traidor, ladrão sem vergonha, mentiroso, golpista, corrupto,
aproveitador…. Vai trabalhar, vagabundo!!!!!*

As Advogadas são iguais aos Advogados?

Não pense que as Advogadas são iguais aos Advogados.

Quando Rafael, um belo e promissor jovem Advogado, descobriu que
herdaria uma fortuna quando seu pai morresse devido a uma doença terminal,
decidiu que era uma boa altura para encontrar uma mulher que fosse a sua
companheira para a vida fácil que se avizinhava.

Assim, numa determinada noite, ele foi até ao bar da Ordem dos
Advogados, onde conheceu uma Advogada, a mais bonita que já tinha visto em
toda a sua vida.

Sua extraordinária beleza, o porte elegante, o corpo curvilíneo, a
inteligência, a maneira de falar… Deixaram-no sem respiração.

– Eu posso parecer um advogado comum – disse-lhe, enquanto iniciava o
diálogo para a conquista da musa – mas, dentro de dois ou três meses, o meu
pai vai morrer, e eu herdarei 20 milhões de euros.

Impressionada, a bela Advogada foi para casa com ele naquela noite.

– Três dias depois, tornou-se sua madrasta.

Boas Festas

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Feliz Natal e um óptimo 2011.

Boas Festas

Tags;Natal,Ano Novo

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Feliz Natal e um óptimo 2011.

Divorcio judeu

Antevéspera do Ano Novo Judaico.

Boris Sylberstein, patriarca judeu, e a mulher, Sara, moradores num Kibutz perto de Tel Aviv, visitam um dos seus filhos na capital de Israel:

─ Jacobzinho, odeio ter que te estragar o dia, mas o Pai precisa de te dizer que a Mãe e eu nos vamos separar, depois destes 45 anos!
─ O Pai enlouqueceu! O que é que está a dizer? ─ grita Jacob.
─ Já não conseguimos sequer olhar um para o outro. Vamos separar-nos e acabou-se! Liga à tua irmã Raquel a contar.
Apavorado, o rapaz liga para a irmã, que vive em Viena e conta-lhe a terrível notícia. Raquel fica em estado de choque, ao telefone:
─ Os nossos pais não podem separar-se de maneira nenhuma! Chama já o Pai ao telefone!
O ancião atende e a filha balbucia na maior emoção:
─ Não façam nada até nós chegarmos aí amanhã, ouviu? Vou telefonar também ao Moisés para São Paulo, ao Salomão para Buenos Aires, e à Ester para Nova Iorque, e amanhã à noite estaremos aí todos. Ouviu bem Pai?
Desliga, sem esperar pela resposta do Pai. O velho pousa o auscultador no descanso, vira-se para a mulher, e sem que Jacob ouça, diz-lhe em voz baixa:

─ Pronto, Sara, vêem todos para o Ano Novo. Só que desta vez não temos que pagar as passagens!

Dicionário do corno

corno

Ateu: leva chifre e não acredita
Atrevido: mete-se na conversa da mulher com o amante
Bravo: quando é chamado de corno, quer lutar
Camarada: ainda empresta dinheiro ao amante
Cheguei: quando chega a casa grita bem alto: “Querida, cheguei!”
Churrasco: mete a mão no fogo pela mulher
Cigano: sempre que leva chifre, muda de bairro e diz aos vizinhos que veio duma cidade distante
Crente: sempre acreditou que a sua mulher é honesta
Descarado: leva chifre e ainda sai desfilando com a mulher
Desconfiado: quando chega a casa procura o amante até atrás dos quadros
Detective: segue a mulher dos cornos e esquece a dele
Educado: aprendeu com o pai e nunca deixa de cumprimentar o amante
Familiar: leva chifre de parente
Famoso: por onde passa é reconhecido como tal
Fofoqueiro: leva chifre e vai contar a toda a gente
Manso: evita qualquer confusão com o amante
Masoquista: leva chifre e não larga a mulher
Pai Natal: leva chifres, vai embora e volta por causa das crianças
Recado: ainda leva bilhete da mulher para o amante
Tampax: aquele que não parece ser corno, mas é
Vingativo: descobre que é corno e vai para a rua dar para qualquer um

Tô parando de beber…

Estou comunicando aos amigos e amigas que
estou parando de beber…

Por motivos de saúde, e principalmente da pança
que não para de crescer, agora só bebo uma latinha
por semana e olhe lá, inclusive mando entregar ela
na minha casa pra não ter que sair pra comprar e cair
na tentação de trazer mais latas…

Segue fotos do motorista que veio este final de semana
entregar uma aqui em casa…

Boa semana!

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Cena terrível de violência de gangue


É chocante como grupos usam da COVARDIA para atacar um único indíviduo.

Não abane muito doutora

Um velho de 82 anos foi acusado de violação. No tribunal a advogada do velho segura-lhe a pila e pergunta ao juiz:
– O Sr. Dr. Juiz acha que esta “pilinha desfalecida e irremediavelmente desmoralizada” podia violar alguém?
O velho murmura para a advogada:
– Não a abane muito, doutora. Senão perdemos o caso…!

História de Portugal (Condensada…)


Tudo começou com um tal Henriques que não se dava bem com a mãe

E acabou por se vingar na pandilha de mauritanos

que vivia do outro lado do Tejo.

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Para piorar ainda mais as coisas, decidiu casar com uma espanhola qualquer

e não teve muito tempo para lhe desfrutar do salero

porque a tipa apanhou uma camada de peste negra e morreu.

Pouco tempo depois, o fulano, que por acaso era rei,
bateu também as botas e foi desta para melhor.

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Para a coisa não ficar completamente entregue à bicharada,

apareceu um tal João que, ajudado por um amigo de longa data

que era afoito para a porrada, conseguiu pôr os espanhóis a enformar pão

e ainda arranjou uns trocos para comprar uns barcos ao filho

que era dado aos desportos náuticos.

De tal maneira que decidiu pôr os barcos a render

e inaugurou o primeiro cruzeiro marítimo entre Lisboa e o Japão

com escalas no Funchal, Salvador, Luanda, Lourenço Marques, Ormuz,

Calecute, Malaca, Timor e Macau.

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Quando a coisa deu para o torto,

ficou nas lonas só com um pacote de pimenta para recordação

e resolveu ir afogar as mágoas,
provocando a malta de Alcácer-Quibir para uma cena de estalo.

Felizmente, tinha um primo, o Filipe, que não se importou

de tomar conta do estaminé até chegar outro João

que enriqueceu com o pilim que uma tia lhe mandava do Brasil

e acabou por gastar tudo em conventos e aquedutos.

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Com conventos a mais e dinheiro menos,

as coisas lá se iam aguentando até começar tudo a abanar

numa manhã de Novembro.

Muita coisa se partiu. Mas sem gravidade porque, passado pouco tempo,

já estava tudo arranjado outra vez,

graças a um mânfio chamado Sebastião que tinha jeito para o bricolage

e não era mau tipo apesar das perucas um bocado amaricadas.

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Foi por essa altura que o Napoleão bateu à porta a perguntar

se podia ficar com isto. Levou com os pés dos ingleses que queriam o mesmo.

Outro João tinha dois filhos e queria pôr o Pedro a brincar com o irmão mais
novo, o Miguel,

mas este teve uma crise de ciúmes e tratou de armar confusão

que só acabou quando levou um valente puxão de orelhas do mano

que já ia a caminho do Brasil para tratar de uns negócios.

A malta começou a votar mas as coisas não melhoraram grande coisa

E foi por isso que um Carlos anafado levou um tiro nos coiratos

quando passeava de carroça pelo Terreiro do Paço.

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O pessoal assustou-se com o barulho, escondeu-se num buraco e vieram os
republicanos que meteram isto numa guerra onde ninguém nos queria.

Na Flandres levámos tiros que fartou

disparados por alemães. Ao intervalo, já perdíamos por muitos

mas o desafio não chegou ao fim porque uma imagem vestida de branco

apareceu a flutuar por cima de uma azinheira

e três pastores deram primeiro em doidos, depois em mortos

e mais tarde em beatos.

Se não fosse por um velhote das Beiras, a confusão tinha continuado
mas, felizmente, não continuou e Angola continuava a ser nossa

mesmo que andassem para aí a espalhar boatos.

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Comunistas dum camandro!

Tanto insistiram que o velhote se mandou do cadeirão abaixo

e houve rebaldaria tamanha que foi preciso pôr um chaimite

e um molho cravos em cima do assunto.

Depois parece que houve um Mário qualquer que assinou um papel

que nos pôs na Europa e ainda teve tempo para transformar uma lixeira

numa exposição mundial e mamar uma seca da Grécia na final do futebol.

Como nasceu a tradição do anjinho na pomta da Árvore de Natal

Sabem porque é que as árvores de Natal têm um anjinho em cima?
É uma longa historia …
Na véspera de um destes Natais, o Pai Natal estava muito aflito porque ainda não tinha embrulhado as prendas todas, tinha uma rena coxa e outra constipada.
Desesperado foi beber um copo, chega à adega e não havia nada.
Voltou à cozinha para comer alguma coisa e os ratos tinham comido tudo.
Para alegrar-lhe a vida, a mulher avisou-o que a sogra ia passar o Natal com eles.
No meio do desespero, tocam-lhe à porta.
Com a pressa de abrir a porta, tropeça e amassa a cara toda, começando a sangrar.
Abre a porta neste lindo estado e aparece-lhe um anjinho dizendo com uma voz angelical:
– Olá Pai Natal! Boas Festas! Venho visitar-te nesta quadra tão feliz, cheia de paz e amor. Trago-te aqui esta árvore de natal. Onde é que queres que a meta?

O verdadeiro comunista…

– Se tivesse dois apartamentos de luxo, doaria um para o partido
– Sim – respondeu o militante.
– E se tivesse dois carros de luxo, doaria um para o partido?
– Sim – novamente respondeu o valoroso militante.
– E se tivesse um milhão na conta bancária, doaria 500 mil para o partido?
– É claro que doaria – respondeu o orgulhoso companheiro.
– E se tivesse duas galinhas, doaria uma para o partido?
– Não – respondeu o camarada.
– Mas porque doaria um apartamento de luxo se tivesse dois, um carro
de luxo se tivesse dois e 500 mil se tivesse um milhão, mas não doaria
uma galinha se tivesse duas?

– Porque as galinhas eu tenho.